Tropa de Elite

Policial persegue estudante Chileno

Hoje em dia convivemos com uma dúvida. Podemos confiar nos policiais? Os homens que em tese deveriam manter a ordem, fazer a lei prevalecer e proteger a população. A resposta do blog é “quase sempre não”. Obviamente existem policiais honestos, qualquer generalização é burra. No entanto, é normal ver na televisão, ouvir no rádio, ler no jornal ou até presenciar casos em que não é isso o que acontece. Se a população decide se levantar e protestar contra as injustiças que passamos, como por exemplo, contra os políticos, a polícia destrói o manifesto, prende diversos integrantes e ainda surra alguns ou vários deles, como por exemplo no protesto dos estudantes chilenos e na manifestação grega citados no post sobre os protestos em Wall Street. Além de a polícia só fazer o que as pessoas com o poder mandam, políticos e os “chefões” da polícia, teoricamente falando, a questão a ser abordada neste caso é “Os políciais não são a população também?”. Sim, eles são. Nós só precisamos fazer com que eles entendam isso, e se juntem a população. Caso isso um dia aconteça, talvez eles ganhem um salário melhor, a população não tenha medo deles, os políticos corruptos sejam presos, os controladores da mídia sejam afastados e o mundo ande pra frente.

Duas observações que devem ser levadas em conta:

1 – Nós somos a lei, já que a lei é algo inventado pelos humanos (nós), no caso a lei brasileira inventada pelos humanos brasileiros;

2 – Sim, nós temos poder contra o estado e a polícia, já que elas também somos nós, já que quem vota somos nós, quem protesta somos nós, quem aceita o que acontece e não faz nada também somos nós;

Abaixo um vídeo com um exemplo de abuso policial e político que nos é passado pelos próprios políticos como um avanço (tema a ser abordado em um post futuro) e uma sugestão de blog com diversas denúncias sobre políticos, policiais, etc.

http://ricardo-gama.blogspot.com/

Think outside the box

think outside the box título

Think outside the box

Para começar este post, vamos fazer diferente desta vez. Tentem traçar quatro linhas, as quais passem por todos os pontos da figura abaixo. Sendo que se deve iniciar a linha seguinte no ponto onde a anterior acabou. Por exemplo, a segunda linha começa no ponto na qual a primeira terminou, a terceira começa no ponto o qual segunda terminou e a quarta linha começa no ponto na qual a terceira terminou. Você pode usar qualquer espaço que precisar para traçar as linhas. Não olhe a sequência do post para não ver o resultado antes de tentar.

Problema das 4 linhas

Problema das 4 linhas

Por que pensamos igual a todos? Por que pensamos as mesmas coisas que todos? Provavelmente por causa da educação e influência que sofremos. Desde que nascemos somos influênciados diretamente por nossos pais, que foram influênciados por seus pais, que também foram influênciados e assim por diante. Então começamos a sofrer influência da educação, neste caso, das escolas. No caso dos pais, são eles que decidem o vamos comer, fazer, vestir, brincar e aonde vamos passear. No caso da educação é ela que dita o que vamos saber e o que vamos conhecer, científicamente falando. Então passamos a fazer as coisas que queremos, sem depender dos nossos pais. E então novas influências aparecem, como a televisão, os amigos e outros pensadores, por exemplo. Sempre somos influênciados, não há como ser diferente. Pensemos então, quem decidiu o que somos, o que fazemos, o que comemos, etc? Fomos nós? Na verdade, nós decidimos, o problema é que nós decidimos dentro do que conhecemos e da maneira que pensamos e tudo isso foi decidido por outras pessoas e instituições. A sugestão que fica então é, pensem diferente, pensem em coisas que nunca pensaram, vejam coisas nunca vistas, imaginem o que nunca se imaginou, façam diferente, façam melhor, pensem fora da caixa, mudem o mundo.

Logo Think outside the box

Logo Think outside the box

Abaixo o resultado do problema do triângulo e um comercial da Apple sobre o assunto:

Solução para o problema das 4 linhas

Solução para o problema das 4 linhas

Até em Wall Street… e no Brasil…. ? ? ?

Como imaginamos neste blog, quase qualquer pessoa com um pingo de acesso a informação sabe dos protestos em Wall Street contra os sistema financeiro, banqueiros e grandes empresários, principalmente. A questão é que o mundo inteiro esta em estado de revolta, na Líbia, as pessoas, influenciadas por interessados ou não, pegam em armas para lutar por mais liberdade e democracia, mais respeito pelos direitos humanos, uma melhor distribuição da riqueza e a redução da corrupção dos poderosos do Estado e das suas instituições. Nos nossos países vizinhos, Argentina e Chile, quando algo que a população considera um abuso acontece, a população vai às ruas e luta pelos seus interesses. Como por exemplo, os protestos dos estudantes chilenos nos últimos meses por melhorias no sistema público de educação. Venezuela e Bolívia que até os próprios governantes lutam contra o poder das grandes empresas e nações desenvolvidas. Na Grécia, a cada novo pacote econômico a população vai às portas do parlamento, onde as pessoas com o poder, que decidem a vida do país inteiro se encontram e praticamente dizem “Se não fizerem como a população quer, o que é melhor para ela, vamos quebrar tudo, e com vocês dentro”. Em Angola, os jovens, estudantes, pegam em armas para lutar contra um governante, ditador, que governa há mais de 30 anos. E no Brasil, o que fazemos além de reclamar e disputarmos quem sabe mais?

Abaixo, um link com o resumo do protesto em Wall Street e alguns vídeos com informações sobre os protestos em Wall Street e sobre nós, brasileiros.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1650646-7823-MANIFESTANTES+CRITICAM+SISTEMA+FINANCEIRO+COM+PROTESTOS+EM+WALL+STREET,00.html

Um revolucionário?

Talvez neste blog, devêssemos estar criticando mais uma multinacional e seus poderes. Talvez estar falando mal dos meios de produção da Apple na china, o qual faz com que diversos chineses trabalhem quase que em condições de escravidão. Mas neste caso, devemos reconhecer que algumas pessoas, não sozinhas, são gênios. Neste caso,  Steve Jobs, que morreu hoje em 05 de outubro de 2011, era um gênio. E junto com sua genialidade revolucionou a tecnologia que o mundo conhecia. Hoje as nossas tecnologias são baseadas em suas inovações. Dois exemplos são: a invenção de um tocador de música portátil sem necessidade de nenhum outro item, como CDs ou fitas e a invenção do computador portátil, o qual evoluiu até o computador que usamos hoje em dia. Como um exemplo mais complexo, pensem, agora temos um celular, que toca música, igual o nosso melhor tocador de músicas, é um telefone, e ainda te da acesso a internet, ou seja, ao mundo inteiro, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Se há alguns anos atrás se demorava dias para chegar ao outro lado do mundo, agora com a ajuda de Steve Jobs, chegamos em qualquer lugar do mundo em 1 segundo, não importa onde estivermos. Abaixo uma vírgula de sua genialidade:

Como nossa história começou

Uma Breve História do Mundo
Uma Breve História do Mundo

Para o segundo post, o blog sugere um livro “Uma Breve História do Mundo” de Geoffrey Blainey. O livro conta a nossa história, dos seres humanos, desde os primeiros vestígios até como chegamos a nossa situação atual. Desde como os primeiros nômades se alimentavam, onde viviam, o que faziam, etc. Além de mencionar diversos dos principais eventos vividos pela humanidade, como por exemplo a criação de algumas das religiões hoje existentes. Abaixo um trecho do livro:

Capítulo 1

Vindos da África

Há 2 milhões de anos, eles viviam na África e
eram poucos. Eram seres quase humanos, embora tendessem a ser menores que seus
descendentes que hoje povoam o planeta. Andavam eretos e subiam montanhas com
enorme habilidade.

Alimentavam-se principalmente de frutas, nozes,
sementes e outras plantas comestíveis, mas começavam a consumir carne. Seus
implementos eram primitivos. Se eram bem-sucedidos em dar forma a uma pedra,
não iam muito longe com a modelagem. É provável que usassem um pedaço de pau
para defesa ou ataque, ou até mesmo para escavar, caso surpreendessem um roedor
escondendo-se em um buraco. Não se sabe se construíam abrigos feitos de
arbustos e de pedaços de pau para se protegerem do vento frio no inverno. Não
há dúvida de que alguns moravam em cavernas – quando podiam ser encontradas –,
mas uma residência permanente teria restringido bastante a necessária
mobilidade para encontrar alimento suficiente. Para viver do que a terra
oferecia, precisavam fazer longas caminhadas a lugares onde sementes e frutas
pudessem ser encontradas. Sua dieta era resultado de uma série de descobertas,
feitas ao longo de centenas de milhares de anos. Uma das mais importantes
estava em saber se uma planta, aparentemente comestível, não era venenosa;
explorando novos lugares à procura de novos alimentos em tempos de seca e
carestia, alguns devem ter morrido por envenenamento.

Há 2 milhões de anos, esses seres humanos,
conhecidos como hominídeos, viviam principalmente nas regiões dos atuais Quênia,
Tanzânia e Etiópia. Se dividirmos a África em três zonas horizontais, a raça
humana ocupava a zona central, ou zona tropical, constituída principalmente de
pastos. Uma mudança no clima, cerca de um ou dois milhões de anos antes, que
fez com que em certas regiões os pastos tenham substituído boa parte das
florestas, pode ter incentivado esses hominídeos a, gradualmente, descendo das
árvores, deixar a companhia de seus parentes, os macacos, e passar mais tempo
no chão.

Eles já acumulavam uma longa história, embora não
tivessem nenhuma memória ou registro disso. Falamos hoje do grande espaço de
tempo que se passou desde a construção das pirâmides do Egito, mas esse período
representa um simples piscar de olhos se comparado à longa história que a raça humana
já viveu. Na Tanzânia, descobriu-se um registro primitivo pelo qual se conclui
que dois adultos e uma criança caminhavam sobre cinza vulcânica amolecida por
uma chuva recente. A seguir, suas pegadas foram cozidas pelo sol e, aos poucos,
foram cobertas por camadas de terra; as pegadas, definitivamente humanas, têm
pelo menos 3,6 milhões de anos. Até mesmo isso é considerado um fato recente na
história do mundo contemporâneo: os últimos dinossauros foram extintos há cerca
de 64 milhões de anos.

No leste da África, os primeiros humanos
costumavam acampar às margens dos lagos e dos leitos arenosos de rios ou em
campinas: nesses locais, foram encontrados alguns restos deixados por eles.
Conseguiam adaptar-se a climas mais frios e, na Etiópia, preferiam os planaltos
abertos, a uma altitude de 1.600 ou 2.000 metros acima do nível do mar. Nas
florestas sempre verdes das regiões montanhosas, também sentiam-se em casa; sua
adaptabilidade era impressionante.

De modo geral, na impiedosa competição por
sobreviver e multiplicar-se, os humanos tiveram sucesso. Nas regiões da África
que habitavam, eram em número bem menor que as espécies de grandes animais,
alguns deles agressivos; ainda assim, os humanos prosperaram. Talvez as
populações tenham se tornado muito numerosas para os recursos disponíveis na
região ou tenha havido um longo período de seca, e isso os tenha levado para o
norte. Há forte indício de que, em algum momento dos últimos dois milhões de
anos, eles tenham começado a migrar mais para o norte. O maior deserto do
mundo, que se estende do noroeste da África para além da Arábia, pode, por
algum tempo, ter impedido seu avanço. A estreita faixa de terra entre a África
e a Ásia Menor, contudo, podia ser facilmente atravessada.

Moviam-se em pequenos grupos: eram exploradores e
colonizadores. Em cada região desconhecida, tinham de adaptar-se a novos
alimentos e precaver-se contra animais selvagens, cobras e insetos venenosos.
Os que abriam caminho conseguiam uma certa vantagem, pois os seres humanos,
adversários implacáveis dos invasores de território, não estavam lá para
atrapalhar seu caminho.

Era mais uma corrida de revezamento do que uma
longa caminhada. É possível que um grupo de talvez 6 ou 12 pessoas avançasse
uma pequena distância e decidisse se estabelecer naquele lugar. Outros vinham,
passavam por cima delas ou impeliam-nas para outro lugar. O avanço pela Ásia
pode ter levado de 10 mil a 200 mil anos. Montanhas tinham de ser escaladas;
pântanos, vencidos. Rios largos, gelados e de forte correnteza tinham de ser
atravessados. Será que eles atravessavam esses rios em seus pontos mais rasos,
nas estações muito secas, ou nos pontos mais próximos às nascentes, antes que o
leito se tornasse largo demais? Será que os exploradores sabiam nadar? Não
sabemos as respostas. À noite, em terreno desconhecido, era preciso selecionar
um abrigo ou um lugar com um mínimo de segurança. Sem a ajuda de cães de
guarda, cabia a eles manter vigilância sobre animais selvagens que vinham caçar
durante a noite.

No decorrer dessa longa e lenta migração, a
primeira de muitas na história da raça humana, esses povos originários dos
trópicos avançaram para territórios bem mais frios, jamais conhecidos por
qualquer de seus ancestrais. Não se sabe ao certo se conseguiam aquecer-se ao
fogo nas noites frias. É provável que quando um raio caía nas proximidades,
ateando fogo à vegetação, eles apanhassem um galho em chamas e o transportassem
para outro lugar. Quando o galho estava quase todo queimado e o fogo por se
extinguir, juntavam-lhe outro galho. O fogo era tão valioso que, uma vez
obtido, era tratado com desvelo; ainda assim, o fogo podia extinguir-se por
descuido, apagar-se sob uma chuva forte ou por falta de madeira seca ou
gravetos. Enquanto conseguiam manter o fogo, devem tê-lo levado em suas viagens
como um objeto precioso, como faziam os primeiros nômades australianos.

A habilidade de produzir fogo, em vez de obtê-lo
ao acaso, veio bem mais tarde na história humana. Com o tempo, os humanos
conseguiram produzir uma chama através do atrito e do calor provocados ao
esfregarem-se dois pedaços de madeira seca. Podiam, também, triscar um pedaço
de pirita ou outra rocha adequada e, assim, provocar uma faísca. Em ambos os
processos, eram necessários gravetos muito secos e o domínio da arte de soprar
delicadamente sobre os gravetos em chamas

O emprego habilidoso do fogo, resultado de muitas
idéias e experiências durante milhares de anos, é uma das conquistas da raça
humana. A genialidade da maneira com que era empregado pode ser vista na forma
de vida que sobreviveu até o século 20, em algumas regiões remotas da
Austrália. Nas planícies desanuviadas do interior, os aborígines acendiam
pequenas fogueiras para enviar sinais de fumaça, uma forma inteligente de
telégrafo. Usavam o fogo também para cozinhar, para se aquecer e para forçar os
animais a sair das tocas (enchendo-as de fumaça). O fogo era a única iluminação
à noite, exceto quando uma lua cheia lhes dava luz para suas cerimônias de
dança. Era usado para endurecer os pedaços de pau usados para cavar, para
modelar madeira com a qual eram feitas as lanças e para cremar os mortos. Era
usado, ainda, para gravar marcas cerimoniais na pele humana e para afastar as
cobras do capim perto dos acampamentos. Era um eficaz repelente de insetos e
era usado por caçadores para queimar o capim em sistema de mosaicos em certas
ocasiões do ano e, assim, incentivar novo crescimento, quando viessem as
chuvas. Eram tão numerosos os usos do fogo que, até recentemente, foi a
ferramenta de maior utilidade da raça humana.

Primeira Sugestão

A primeira sugestão deste blog será um documentário/filme chamado Home. Quando se ouve falar em documentário já se pensa em algo chato. No entanto, Home além de ser um documentário com imagens extraordinárias é bem completo a respeito de informações a respeito do meio ambiente, além de mostrar as diferenças sociais e a ignorância e egoismo humano, no entanto, somente para os bons entendedores o segundo ponto. O filme fala sobre como o nosso planeta começou a existir, de quando se tem os primeiros vestígios de seres humanos, o que foi alterado da natureza da Terra pelos humanos, como este ambiente se encontra hoje, como poderia ser, e como podemos melhorar. O filme pode ser assistido na sua totalidade na internet, alugado ou comprado. Abaixo o link do trailer.

Home Trailer